sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O Meu Amor Morreu em Bagdade de Michael Hastings

Uma história de guerra no nosso tempo
Sinopse

Uma história de amor que é ao mesmo tempo um relato verídico de um dos períodos mais violentos do conflito no Iraque, que terá parte da receita das vendas revertida a favor da Andi Foundation.


Críticas de imprensa
«Uma poderosa obra de estreia… uma história de amor trágica e fortemente apelativa que é também o relato da violência e da brutalidade da guerra.» Publishers Weekly, starred review «Isto é o que realmente acontece quando o amor, a juventude e a inocência descem ao abismo da morte e da devastação que é o Iraque.» Craig Unger, autor de House of Bush, House of Saud e American Armageddo-
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Um Lugar Chamado Aqui de Cecelia Ahern

Sinopse
Depois do bestseller internacional P.S. Eu Amo-te com 40.000 cópias vendidas só em Portugal que deu origem ao filme homónimo, a célebre Cecelia Ahern regressa com um conto ambicioso, absorvente e romântico sobre coisas e pessoas perdidas. Cecelia impôs-se no meio literário principalmente pelo seu talento e não somente pela ligação familiar que muito embora lhe tenha aberto algumas portas não se constituiu em si mesmo como a chave para o sucesso. Cecelia, filha do primeiro-ministro irlandês, confessa que gosta de escrever sobre acontecimentos que irão ajudar as pessoas e que «a infelicidade e a luta fazem as pessoas olhar à volta. Procurar e não desistir, dá-nos esperança». E é precisamente imbuídos de esperança que os protagonistas deste belo conto de fadas para adultos desenvolvem o seu percurso. Sandy, a protagonista, tornou-se obsessiva desde que uma colega de turma desapareceu há vinte anos. Desde então tenta encontrar pessoas que desaparecem, restituindo-lhes alguma esperança. Jack Rutle é uma dessas pessoas desesperadas e procura Sandy para ela o ajudar a encontrar o rasto do irmão. Porém, um dia é a própria Sally que desaparece…O quarto livro de uma autora que está a dar cartas na cena internacional.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Nós de Amor - Helena Sacadura Cabral

"Amar é muito mais do que gostar. É desatar os nós que nos impedem de ser felizes e apertar os laços que nos unem."

Sinopse 
Helena Sacadura Cabral, reconhecida economista e jornalista, revela agora o seu lado mais íntimo, os seus sentimentos e afectos, escrevendo com a frontalidade que lhe é característica sobre o amor, nas suas mais diversas manifestações. Idolatrada por muitas mulheres portuguesas, dá voz a alguns dos mais bem guardados segredos femininos na demanda pela felicidade, numa tentativa de perceber aquilo que as mulheres, verdadeiramente, sonham.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

13 Gotas ao Deitar de Alice Vieira, Leonor Xavier, Rosa Lobato de Faria, Catarina Fonseca, Rita Ferro, Luísa Beltrão

Sinopse
Quando seis autoras se juntam para escrever uma história, o resultado é um romance alucinante, onde não faltam mulheres e homens, doenças raras, médicos de índole suspeita, polícias e muito mistério, tudo servido em doses de humor irreverente.
A história, nascida da imaginação de seis mulheres, promete personagens e uma prosa bem viva… apesar das mortes que vão ocorrendo, como é bom de ver. Este romance constitui um divertimento para as seis escritoras que se encontraram (reencontraram, num caso ou noutro) pelo prazer de dar largas à imaginação e escrever, cada uma, dois capítulos do livro. 

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Opinião Pessoal:
Confesso que até à data nunca tive muita tendência a ler livros de autores portugueses. 
A bem da verdade a grande maioria dos livros de escritores portugueses disponíveis ao comum dos seres - no qual eu me incluo - soavam a literatura pesada que não só não se entende facilmente como muitas das vezes não estamos para aí virados.
Comparo ao teatro há umas décadas atrás... com uma linguagem tão rebuscada que se tornava maçador.
Entretanto dou conta da existência de imensos livros engraçados, sérios, profundos, de todo o tipo de temas e... escritores portugueses, o que é óptimo.
Sim, eu sei que muitos já existem há imensos anos, mas então que hei-de fazer? só descobri agora e nunca é tarde!
«13 Gotas ao deitar» ainda estou a ler e a divertir-me imenso e a imaginar o que estas seis malucas - no bom sentido, claro - se divertiram ao conceber história mais doida, com passagens do tipo:

Pág. 30
"(...) Foi um fim-de-semana sem chama nem glória, nada que se parecesse com a série inglesa, tenho de reconhecer.
O campo inglês tinha sebes e cottages e erva por toda a parte e castelos ao longe e lordes de coletes de tweed fumando cachimbo nos pubs e hotéis de telhados de colmo com rastos de fantasmas pelos corredores.
O campo português só me dava caganitas de cabra, e velhos nas tabernas a discutir o futebol, e casas tipo maison, e miúdos ranhosos, e cafés a cair de podres. (...)"
Pág. 57
"(...) Se as mulheres são perversas? « Perversas» é dizer pouco. Na realidade, ainda não se inventou palavra nem expressão que possam, mesmo que ao de leve, aproximar-se do que somos realmente. Nem no pior nem no melhor. Somos seres limitados e infinitos, sagrados e sacrílegos, divinos e profanos, e encerramos em nós todas as contradições. Como dizia o filósofo? «Uma só mulher contém todas as mulheres, e todas as mulheres não são ainda a Mulher.»
E ainda nos vêm falar de violência doméstica!
Os homens espatifam-nos braços e pernas, desfiguram-nos com murros e ácido, rebentam-nos com enxertos e tiros; mas nós, com uma simples frase, capamo-los como a gatos! E, enquanto eles nos matam, nós alvejamo-los com meia dúzia de palavras pensadas, deixando-os inválidos para sempre  - o que será pior? E tudo isto nas calmas, sem levantar a voz, deixando-os iguais por fora e sem qualquer escoriação de que possam acusar-nos. (...)"
Por enquanto acho o livro muito bom de se ler, é uma boa comédia... 
Acabei!!!
Penso que a parte final é um pouco abrupta.
Dá ideia que tinham pressa em acabar o livro... e como qualquer coisa serve como final desde que se cumpram datas, voilá...
Não gostei do final, só do final.





Falsas Aparências de Sarah Waters

Sinopse
Da jovem e premiada Sarah Waters, uma narrativa sinuosa, passada em Londres, na época vitoriana, cheia de segredos e enganos, de amores e desamores, finalista do Booker Prize. Orfã, Sue Trinder foi entregue, ainda bebé, aos cuidados da Sra. Sucksby e criada num bairro sórdido de Londres, numa casa onde o barulho das crianças é silenciado com doses de gin e o escasso espaço partilhado com uma família de larápios. Aí, Sue conhece um vigarista elegante e cheio de lábia, o Gentleman, que a convence a levar a cabo um plano infalível; aceitar o emprego de criada em casa de Maud Lilly, menina rica e ingénua, que mora sozinha, no campo, a ajudar o Gentleman a seduzi-la e, uma vez de posse da fortuna, enviar Maud para um manicómio.
Aceite o desafio, Sue começa a trabalhar em casa de Miss Lilly, mas a sua consciência leva-a a alterar o comportamento e a agir como sua aliada.
Cheio de surpresas, este romance perpetua o estilo de Dickens, conduzindo-nos com mestria através de complexa teia de intrigas e reveses. 

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