Sinopse
Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país?
6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.
6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.
«Wook»
Críticas de imprensa
"Richard
Zimler volta a revelar, no contexto deste país desolador, a sua
compaixão por todos os que não têm hipótese de se fazer ouvir e estão
expostos à dureza e à violência dos mais fortes."
"Estamos
na presença do seu melhor romance: bem construído, com diálogos
verosímeis, enredando os factos numa fina teia de psicologismo. Chapeau!
"
«Richard Zimler tem um fulgor de génio que todos os romancistas ambicionam mas poucos alcançam.»
«Zimler usa a
literatura para lembrar as terríveis abominações que levam o ser humano
a destruir e a humilhar outros seres humanos […] e para apontar um
caminho de redenção, de expiação e de ação jubilatória.»
«Richard Zimler é um romancista de uma erudição extraordinária.»
«Richard Zimler é um escritor emblemático e de indispensável leitura.»
«O dom que Zimler possui de pôr a descoberto o horror das injustiças
humanas e ainda assim encontrar verdades universais e poesia na
existência do dia a dia […] faz dos seus livros uma leitura
indispensável»
Público
Sábado
The Independent
Público
The Literary Review
Helena Vasconcelos
The Jerusalem Post

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